"Entender o outro enquanto diferente não significa aceitar que ele difere de nós, mas sim buscar alternativas para nos comunicarmos, promovendo interação e desenvolvimento coletivo (RODRIGUES; MARANHE, 2010).
Nossas crenças sobre deficiência e diferença definem as relações que estabelecemos com
as pessoas. Você acredita que a deficiência causa limitações? Quais são os direitos das pessoas
que têm alguma deficiência?"
Pensando nessas indagações e no curta-metragem Cuerdas, surgiu o tema da minha proposta de intervenção para a disciplina Diversidade e Cultura Inclusiva: As cordas que nos unem para uma escola melhor. Pois, não conseguimos uma escola inclusiva se não começarmos um trabalho de reflexão e conscientização entre docentes e alunos.
Referência: Fundamentos históricos e conceituais da Educação Especial e inclusiva:
reflexões para o cotidiano escolar no contexto da diversidade.
Disponível em http://acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/155246/1/unesp-nead_reei1_ee_d01_s03_texto02.pdf
Nossas crenças sobre deficiência e diferença definem as relações que estabelecemos com
as pessoas. Você acredita que a deficiência causa limitações? Quais são os direitos das pessoas
que têm alguma deficiência?"
Pensando nessas indagações e no curta-metragem Cuerdas, surgiu o tema da minha proposta de intervenção para a disciplina Diversidade e Cultura Inclusiva: As cordas que nos unem para uma escola melhor. Pois, não conseguimos uma escola inclusiva se não começarmos um trabalho de reflexão e conscientização entre docentes e alunos.
Referência: Fundamentos históricos e conceituais da Educação Especial e inclusiva:
reflexões para o cotidiano escolar no contexto da diversidade.
Disponível em http://acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/155246/1/unesp-nead_reei1_ee_d01_s03_texto02.pdf



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